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Linux – Urnas eletrônicas terão sistema operacional Linux nas próximas eleições

BRASÍLIA – O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu autorizar a substituição do sistema operacional VirtuOS e Windows CE de todas as 430 mil urnas eletrônicas, pela versão de software livre Linux, a ser desenvolvida pela equipe técnica do próprio Tribunal. O objetivo é conferir mais transparência e confiabilidade à urna eletrônica e ao processo eleitoral. O novo sistema estará em vigor nas próximas eleições municipais, em 2008.

A Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) sugeriu a adoção de um sistema operacional baseado em software livre, adaptado para a urna eletrônica e que seja de propriedade da Justiça Eleitoral. A intenção é facilitar a auditoria do sistema operacional por parte dos interessados em se certificar que todos os sistemas são confiáveis e seguros, diminuir os custos de aquisição de novas urnas eletrônicas em virtude da utilização de um sistema operacional gratuito e, ter um único sistema operacional para simplificar e diminuir o custo de desenvolvimento, testes e homologação dos sistemas das urnas eletrônicas.

A equipe técnica do TSE, desde 2002, vem realizando testes para viabilização de uma solução de código aberto. Foi escolhido o sistema operacional Linux, software código-aberto (Open Source) cujo núcleo vem sendo desenvolvido e aprimorado desde 1991, quando o seu criador disponibilizou o código na Internet.

By.Fred Barreto

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Linux – Creative Commons

Na verdade o que é Creative Commons?

As licenças Creative Commons foram idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação, sob a égide de uma filosofia copyleft.

As licenças criadas pela organização permitem que detentores de copyright (isto é, autores de conteúdos ou detentores de direitos sobre estes) possam abdicar em favor do público de alguns dos seus direitos inerentes às suas criações, ainda que retenham outros desses direitos. Isso pode ser operacionalizado por meio de um sortimento de módulos standard de licenças, que resultam em licenças prontas para serem agregadas aos conteúdos que se deseje licenciar.

Os módulos oferecidos podem resultar em licenças que vão desde uma abdicação quase total, pelo licenciante, dos seus direitos patrimoniais, até opções mais restritivas, que vedam a possibilidade de criação de obras derivadas ou o uso comercial dos materiais licenciados.

As principais licenças Creative Commons foram redigidas levando em consideração o modelo legal norte americano, o que leva a concluir que as licenças podem, eventualmente, não se integrarem perfeitamente com a legislação de outros países.

Ainda que se considere que as licenças são meros contratos standard entre o autor e o público, usar tais modelos sem levar em consideração as leis locais poderia tornar as licenças inutilizáveis. Por essa razão, a entidade desenvolveu o projecto iCommons (International Commons), visando uniformizar a redação das licenças por ela disponibilizadas, de acordo com as especificidades normativas de cada país.

No Brasil, as licenças já se encontram traduzidas e totalmente adaptadas à legislação brasileira. O projeto Creative Commons é representado no Brasil pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

Em Portugal, as licenças estão também adaptadas à legislação portuguesa, sendo o projecto de adaptação capitaneado pela Universidade Católica Portuguesa, UMIC e INTELI.

Atualmente, as licenças Creative Commons já foram adaptadas às legislações nacionais de mais de 30 países, tais como França, Alemanha, Itália, Espanha e outros.

Mais informações acesse: www.creativecommons.org.br

by.Fred Barreto

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Linux – Distribuições grátis

Galera boa noticia pra vocês que usam linux, caso você queira adquirir alguma distribuição linux para uso, teste ou apenas conhecer.

Pode levar a sua midia de cd ou dvd no Ponto de Cultura ciberparque Anisio Teixeira localizado no antigo projeto Rondon que nos faremos uma cópia pra você inteiramente grátis…..

procurar Fred Barreto ou Moises Filocre

UBUNTU

SLACKWARE

DEBIAN

DEBIAN CDD

KURUMIN

FEDORA

MADRIVA

E MUITAS OUTRAS….

Seja Livre use LINUX.

by Fred Barreto

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Linux – Guia referencial de comandos

Este link : http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/introd_guia.html

contém um guia referencial de comandos básicos do linux para que qualquer um possa usar o sistema operacional sem maiores problemas…..

caso você queira consulta-lo precisa estar on-line na net, ou então salve no seu pc para informações futuras..

SEJA LIVRE USE LINUX

by: Fred Barreto

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Linux – O que é uma distribuição ou distro linux

Uma distribuição de Linux é um sistema operacional Unix-like incluindo o kernel Linux e outros softwares de aplicação, formando um conjunto. Distribuições mantidas por organizações comerciais, como a Red Hat, Ubuntu, SUSE e Mandriva, bem como projetos comunitários como Debian e Gentoo montam e testam seus conjuntos de software antes de disponibilizá-los ao público.

Como o Linux e a maior parte dos softwares incluídos em distribuições são livres, qualquer organização ou indivíduo suficientemente motivado podem criar e disponibilizar (comercialmente ou não) a sua própria distribuição. Isso faz com que hoje haja registro de mais de 300 distribuições ativamente mantidas, embora menos de 20 delas sejam largamente conhecidas.

Algumas distribuições populares oferecem (como opção ou como seu único modo de operação) a possibilidade de execução em modo Live CD, que permite o uso integral do Linux sem instalação ou alteração dos dados armazenados no disco rígido do computador: o sistema roda integralmente a partir de um CD-ROM desde o momento em que o computador é ligado. Exemplos de Live CDs bastante conhecidos são o alemão Knoppix e o brasileiro Kurumin.

Como escolher uma distribuição

Você pode obter o Linux de diversas origens. Nunca opte por uma versão antiga – é comum encontrar usuários novos com dificuldades típicas de 2 anos atrás (“O Linux não reconhece meu hardware”, “Não consigo discar para a Internet”) justamente porque instalaram uma versão de 2 anos atrás, que estava guardada num armário.

O Linux evolui muito rapidamente, e os principais distribuidores tendem a lançar versões novas a cada 3 ou 4 meses, ou pelo menos semestralmente. Como em geral você pode obter o software gratuitamente ou a custo baixíssimo, não faz sentido optar pela versão antiga – espere mais alguns dias, e instale a mais recente.

Outro erro a ser evitado é optar por uma mini-distribuição, “para ver como é esse tal Linux“. De fato, existem mini-distribuições de boa qualidade, que podem ser instaladas na mesma partição que o Windows, e cujo download pode ser bem menor do que uma distribuição completa. Mas em geral o que você pode fazer com ela é limitado, e o suporte que você encontra na comunidade usuária é mais restrito, porque são raros os usuários experientes (portanto aptos a responder perguntas) que utilizam esse tipo de sistema.

Não vou indicar uma distribuição para você – todas têm vantagens e desvantagens. Cada caso é um caso, e eu opto entre elas de acordo com a necessidade do momento. Para saber as características de cada uma, você pode pesquisar nos artigos do BR-Linux, ou consultar os sites de cada uma delas. Segue uma lista parcial de distribuições de Linux para facilitar sua escolha:

Em geral, você pode encontrar grupos de usuários brasileiros de cada uma destas distribuições de Linux digitando no Google o nome dela, seguido pela palavra Brasil, como no exemplo: Ubuntu Brasil. Para saber mais detalhes sobre distribuições populares, visite o Distrowatch.

Não é possível responder de forma ampla qual é a melhor distribuição de Linux – a melhor sempre será a que atender mais perfeitamente às suas necessidades. A resposta depende do que você pretende fazer com o sistema, da sua capacidade e interesse de administrar o sistema, e até mesmo de sua atitude em relação a algumas questões políticas e filosóficas.

A maior parte das distribuições de Linux consegue disponibilizar o mesmo conjunto de serviços, embora às vezes de maneiras bem diferentes. Algumas já vêm com todos os aplicativos e serviços incluídos nos CDs de instalação, outras exigem downloads e instalações adicionais. Algumas se distinguem por uma ênfase em aspectos específicos do sistema, como a facilidade de configuração, a quantidade de aplicativos, a segurança, a personalização e vários outros.

No site LWN.net você pode encontrar uma lista atualizada e dividida em categorias das distribuições de Linux, das mais conhecidas às mais obscuras. Já no LinuxISO.org você encontra links para download de imagens de CD da maior parte delas. E já que são tantas as opções, como escolher uma? O primeiro passo é saber o que recomendam as pessoas a quem você pretende pedir ajuda na hora das dificuldades. Sejam os colegas, ou um grupo de usuários, ou até mesmo um website ou revista, tente descobrir o que eles usam – se a distribuição indicada satisfizer os seus requisitos, poder contar com o suporte deles pode ser interessante.

Em seguida, faça uma lista de perguntas sobre os diversos aspectos que podem ser do seu interesse na hora de selecionar uma distribuição. É claro que eles variam de acordo com seu objetivo: selecionar uma distribuição “para ver qual é a cara desse tal de Linux” no seu micro pessoal é bem diferente do que escolher onde rodar o banco de dados do CRM de uma empresa com 1000 funcionários. Algumas perguntas que você deve tentar responder com a ajuda dos websites das distribuições, das revistas especializadas, da comunidade Linux e (por que não?) com uma mãozinha do Google são:

  • Esta distribuição suporta todo o meu hardware?
  • Ela inclui os pacotes de software de que necessito?
  • O processo de instalação e configuração está de acordo com minhas aptidões?
  • Ela tem documentação e treinamento em um idioma que eu entendo?
  • O suporte prestado (gratuito ou pago) atende minhas necessidades?
  • Há uma comunidade de usuários da qual eu possa participar?
  • Ela lança atualizações de segurança quando necessário?
  • Ela continuará sendo atualizada?
  • Ela é livre? É grátis? O preço é aceitável?

Sob um conjunto de critérios objetivos, todas as distribuições podem competir em pé de igualdade, e você pode selecionar a que pontuar melhor nos critérios que fizerem mais sentido para a sua situação específica. Procure as informações, conte os pontos e faça sua escolha!

Download ou aquisição de uma distribuição de Linux

Embora provavelmente a forma mais fácil de obter o Linux seja através dos CDs distribuídos como brinde em diversas revistas nacionais (escolha sempre uma versão recente!), o jeito mais fácil de obter sua cópia sem desembolsar nada a mais é através do download de imagens ISO, que são arquivos (geralmente por volta de 650MB cada um) trazendo o conteúdo completo de um CD-ROM, prontos para serem gravados em um CD, permitindo assim que você obtenha cópias idênticas de um CD original. Verifique na ajuda do seu programa favorito de gravação de CDs como fazer para gravar a partir de uma imagem ISO – quase todos os programas populares dispõem deste recurso, e a operação em geral é simples.

Algumas distribuições (como o Knoppix e o brasileiro Kurumin) são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador – é uma boa forma de ter seu primeiro contato.

Como o Linux é um software livre, a maior parte dos produtores disponibiliza imagens ISO contendo exatamente o mesmo conteúdo dos CDs vendidos em lojas ou na Internet, e você pode fazer o que quiser com elas – até mesmo gravar em CDs para revendê-las (e se você quiser comprar CDs deste tipo, lojas virtuais brasileiras como a Tempo Real e a LinuxMall estão à disposição). Quando se trata de Linux, este tipo de cópia e revenda não é irregular nem anti-ético, pois é da essência do software livre.

Você pode procurar suas imagens ISO no site de sua distribuição preferida – às vezes será necessário fazer o download de mais do que uma imagem, e em outros casos o download da primeira imagem é obrigatório, e o das outras é opcional. Raras são as distribuições que não disponibilizam imagens ISO de instalação.

Se preferir, procure no site linuxiso.org, cuja especialidade é apontar links para imagens ISO dos CDs das distribuições de Linux do mundo todo.

Como se trata de um download grande (uma distribuição em 3 CDs corresponde a quase 2GB de dados), certifique-se de ter espaço suficiente no seu HD, e utilize um bom gerenciador de download.

Veja também o artigo Escolhendo, obtendo e gravando o Linux: como fazer o download ou comprar.

Live CDs: Linux sem instalação

Algumas distribuições são especialmente disponibilizadas na forma de Live CDs, capazes de rodar diretamente do CD e dispensando instalação no disco de seu computador – uma boa forma de ter seu primeiro contato. É fácil encontrá-los encartados em revistas de informática nas bancas de jornal, mas você também pode fazer o download e gravar seu próprio CD. Depois, basta certificar-se de que seu micro aceita inicializar pelo drive de CD (a maior parte dos micros produzidos nos últimos 5 anos aceita, mas às vezes é necessário alterar uma opção na BIOS – se tiver dúvida, consulte aquele seu primo técnico!), inserir o CD no drive e ligar o computador.

Veja abaixo alguns exemplos de Live CDs. Há muitos outros, e não é difícil encontrá-los.

by. Fred Barreto

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