Biologia

Ciência – A conciência não é exclusividade humana!

Uma conferência realizada em Cambridge no último dia 7 reuniu neurocientistas do mundo inteiro com o intuito de assinar um manifesto que afirma a existência de consciência em todos os mamíferos, aves e em outras criaturas — incluindo moluscos. A pesquisa foi encabeçada por Philip Low, um renomado neurocientista, pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

Essa é a primeira vez que um grupo de especialistas da área emite um comunicado oficial admitindo que os humanos não são as únicas criaturas da Terra a gozar de consciência. Para chegar a esses resultados, os cientistas mostraram que, ao analisar as ondas cerebrais de homens e de animais, é possível encontrar semelhanças básicas.

“Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência”, diz Low em uma entrevista realizada pela revista Veja. Esses resultados são muito importantes e podem impactar consideravelmente na maneira como tratamos os animaizinhos na sociedade em que vivemos.

Low ganhou destaque em todo o mundo depois de apresentar um projeto em parceria com o famoso astrofísico Stephen Hawking — que estava presente no evento da assinatura do manifesto. O intuito do pesquisador era ajudar Hawking, que sofre de uma séria doença degenerativa e precisa se comunicar utilizando sua mente. Low diz que, depois dessa descoberta, ele pretende virar vegetariano.

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Ciências – É Descoberta Bactéria Que Produz Ouro

Matéria que eu recebi da INFO:

Cientistas da Universidade de Michigan descobriram uma bactéria capaz de produzir ouro 24 quilates. A bactéria teve 99,9% de eficácia ao processar cloreto de ouro e gás natural em ouro puro.

Segundo os responsáveis pelo projeto, Kazem Kashefi e Adam Brown, o trabalho seria uma “alquimia microbiana”. Foi preciso encubar a Cupriavidus metallidurans por aproximadamente uma semana  para transformar o produto tóxico. A bactéria precisa ficar o tempo inteiro exposta ao cloreto de ouro para conseguir produzir o elemento.

Os cientistas também perceberam que a bactéria é cerca de 25 vezes mais resistente aos ambientes tóxicos do que se imaginava. O site Ubergizmo lembra que a Cupriavidus metallidurans foi descoberta em 1976 em uma fábrica de processamento de metal.

Os pesquisadores lembram que o cloreto de ouro é mais barato do que o ouro, mas os custos do processo de produção não resultariam em uma margem de lucro tão alta.

 

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Tecnologia – Aprenda ciência com seu celular

Já pensou estudar e aprender a qualquer lugar com seu celular? Basta ter um celular com o sistema operacional android, que isso não será mais um problema:

São centenas de perguntas sobre vários campos da física, química, biologia e astronomia e você precisa acertar quinze seguidas para partir para a próxima rodada. Acaba tornando seu estudo um desafio e divertido, no melhor estilo SHOW DO MILHÃO.

Apesar do jogo ser somente em inglês, dá tranquilamente para entender só com conhecimentos básicos na língua.

 

Imagens:

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Curiosidades – Se nós teoricamente descendemos dos macacos, porque os macacos não continuam evoluindo?

Se, segundo a ciência, o homem evoluiu do macaco, por que os macacos de agora não continuam evoluindo?

Quem nunca ouviu alguém perguntar algo parecido? Pois é, muitas pessoas gostam de questionar as teorias antes de conhecê-las. Como sei que iriam em um livro procurar as informações colocarei aqui uma resposta simples e rápida de demonstrar:

Primeiro uma contextualização:

A Teoria da Evolução é fruto de pesquisas, ainda em desenvolvimento, iniciadas pelo legado deixado pelo cientista inglês Charles Robert Darwin e pelo
naturalista britânico Alfred Russel Wallace. Em suas pesquisas, ocorridas no século XIX, Darwin procurou estabelecer um estudo comparativo entre espécies aparentadas que viviam em diferentes regiões. Além disso, ele percebeu a existência de semelhanças entre os animais vivos e em extinção. A partir daí, concluiu que as características biológicas dos seres vivos passam por um processo dinâmico em que fatores de ordem natural seriam responsáveis por modificar os organismos vivos. Ao mesmo tempo, ele levantou a ideia de que os organismos vivos estão em constante concorrência e, a partir dela, somente os seres melhores preparados às condições ambientais impostas poderiam sobreviver. Wallace, que admirava de longe o prestígio do famoso naturalista, enviou a ele alguns de seus escritos acerca de ideias que estava desenvolvendo. Surpreendentemente, ambos estavam estudando o mesmo fenômeno – constatação esta que encorajou Darwin a abrir mão de seu segredo e publicar, juntamente com Wallace, suas descobertas, em 1858. Contando com tais premissas, esta teoria afirma que o homem e o macaco possuem uma mesma ascendência, a partir da qual estas e outras espécies se desenvolveram ao longo do tempo. Contudo, isso não quer dizer, conforme muitos afirmam, que Darwin supôs que o homem é um descendente do macaco. Em sua obra, A Origem das Espécies, ele sugere que o homem e o macaco, em razão de suas semelhanças biológicas, teriam um mesmo ascendente em comum.

Fonte: Wikipédia

O que podemos extrair do texto: 
1º O ser humano não descende de nenhum macaco atual. Darwin notou semelhanças entre os seres humanos e um certo grupo de macacos chamado Hominóide: o chimpanzé, o gorila, o orangotango e o gibão. (Semelhanças que indiciavam um ancestral comum)Mas hoje, supõe-se que há pelo menos 15 milhões de anos viveu na África uma espécie de Hominóide que originou duas linhagens distintas: uma delas levou aos australopitecínios – e consequentemente à nossa espécie Homo sapiens sapiens; a outra resultou nos hominóides que conhecemos hoje.
 
 
 
Segundo a teoria, os primatas atuais, incluindo os seres humanos, continuam evoluindo. Mas evoluir significa modificar-se e não necessariamente seguir um caminho retilíneo em direção ao ser humano. 
 
 
Trocando em miúdos: Segundo a teoria da evolução o homem não evoluiu do macaco, mas o macaco e homem vieram de um ancestral comum com uma certa proximidade.
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Curiosidades – O Vírus que mata 80% dos humanos que infecta.

O ebola foi primeiramente descoberto em 1976 por uma equipe comandada por Guido Van Der Groen, chefe do laboratório de Microbiologia do Instituto de Medicina Tropical de Antuérpia, na Bélgica.

Desde a sua descoberta, diferentes estirpes do Ebola causaram epidemias com 50 a 90% de mortalidade na República Democrática do Congo, Gabão, Uganda e Sudão. A segunda epidemia ocorreu em 1979, quando 80% das vítimas morreram. Em maio de 1995, a cidade de Mesengo, a cem e ciquenta quilômetros de Kikwit, no Zaire, foi atingida pelo vírus, que matou mais de cem pessoas. Há suspeitas de casos no Congo e no Sudão. O primeiro desse tipo de vírus apareceu em 1967, foi o Marburg, a partir de células dos rins de macacos verdes de Uganda.

O ebolavirus é um filovírus (o outro membro desta família é o vírus Marburg), com forma filamentosa, com 14 micrômetros de comprimento e 80 nanômetros de diâmetro. O seu genoma é de RNA fita simples de sentido negativo (é complementar à fita codificante). O genoma é protegido por capsídeo, é envelopado e codifica sete proteínas.

Há três estirpes: Ebola–Zaire (EBO–Z), Ebola–Sudão (EBO–S) com mortalidades de 83% e 54% respectivamente. A estirpe Ebola–Reston foi descoberta em 1989 em macacos Macaca fascicularis importados das Filipinas para os EUA tendo infectado alguns tratadores por via respiratória. O período de incubação do vírus ebola dura de 5 a 7 dias se a transmissão for parenteral e de 6 a 12 dias se a transmissão foi de pessoa a pessoa. O início dos sintomas é súbito com febre alta, calafrios, dor de cabeça, anorexia, náusea, dor abdominal, dor de garganta e prostração profunda. Em alguns casos, entre o quinto e o sétimo dia de doença, aparece exantema de tronco, anunciando manifestações hemorrágicas: conjuntivite hemorrágica, úlceras sangrentas em lábios e boca, sangramento gengival, hematemese (vômito com presença de sangue) e melena (hemorragia intestinal, em que as fezes apresentam sangue). Nas epidemias observadas, todos os casos com forma hemorrágica evoluíram para morte. Nos períodos epidêmicos e de surtos, a taxa de letalidade variou de 50 a 90%. Seu contágio pode ser por via respiratória, ou contato com fluidos corporais de uma pessoa infectada.

A infecção pelo vírus ebola produz febre hemorrágica. A incubação pode durar de 5 a 12 dias. O vírus multiplica-se nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático onde causa danos significativos. A lise (destruição) das células endoteliais dos vasos sanguíneos leva às tromboses e depois hemorragias.

Os primeiros sintomas são inespecíficos como febre alta, dores de cabeça, falta de apetite, e conjuntivite (inflamação da mucosa do olho). Alguns dias mais tarde surge diarreia, náuseas e vômitos (por vezes com sangue), seguidos de sintomas de insuficiência hepática, renal e distúrbios cerebrais com alterações do comportamento devido à coagulação intravascular disseminada com enfartes nos órgãos. O estágio final é devido ao esgotamento dos fatores sanguíneos da coagulação, resultando em hemorragias extensas internas, edema generalizado e morte por choque hemorrágico. As fezes são geralmente pretas devido às hemorragias gastrointestinais e poderá haver ou não sangramento do nariz, ânus, boca e olhos. Dependendo da sua estirpe, há casos de hemorragias na derme, ocasionando o sangramento pelos poros do corpo. A morte surge de 1 dia á duas semanas após o inicio dos sintomas.

A taxa de mortalidade da doença e o tempo para o falecimento de uma pessoa, depende da estirpe do vírus e do estado de saúde das populações afetadas. Em geral, o ebola mata suas vítimas em poucos dias, podendo levar até 9 dias, e a mortalidade pode variar de 50% a 90%.

O diagnóstico é feito pela observação direta do vírus com microscópio eletrônico em amostra sanguínea ou por detecção com imunofluorescência de antigênios.

Não há vacina, cura, nem tratamentos eficazes. Os doentes devem ser postos em quarentena e os familiares devem ser impedidos de ter qualquer forma de contato com o doente, ou mesmo de tocar o corpo após o falecimento. Devem ser administrados cuidados básicos de suporte vital como restabelecimento de eletrólitos e fluidos perdidos, além de possíveis tratamentos paliativos.

Richard Preston, autor de The Hot Zone, um best-seller sobre o Ebola, descreve em detalhes tenebrosos como o vírus começa a digerir o tecido interior do corpo. “Literalmente abertura em todos os sangramentos do corpo, não importa quão pequeno”, escreve ele.

FONTE

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Coisas Interessantes – Estudo indica que laptop com Wi-Fi danifica esperma

Cientistas argentinos encontram evidências de que usar um notebook no colo com Wi-Fi pode reduzir a taxa de fertilidade masculina.

A equipe liderada por Conrado Avendaño, do Nascentis Medicina Reproductiva, em Córdoba, notou problemas de mobilidade e de integridade do DNA no esperma exposto a estas condições.

O estudo foi feito in vitro- ou seja, for a de um ser humano. Os pesquisadores recolheram amostras de sêmen de 29 pacientes saudáveis e as dividiram em duas partes: a primeira foi exposta a um laptop conectado à web via Wi-Fi durante 4 horas. A segunda  foi incubada em condições idênticas, porém sem a exposição à conexão ou ao computador.

Em seguida, os pesquisadores avaliaram a mobilidade, aptidão e a fragmentação do DNA de cada esperma.

Os resultados mostraram que aqueles expostos ao laptop com Wi-Fi  mostraram uma queda significativa na mobilidade e um aumento na fragmentação do DNA. Os pesquisadores afirmam que as condições foram controladas, de modo que o calor da máquina não estivesse associado aos problemas causados. Estudos anteriores já haviam demonstrado que a temperatura dos laptops é também prejudicial aos espermatozoides.

A pesquisa argentina, publicada esta semana na revista científica Fertility & Sterility, conclui que é possível especular que manter o computador no colo, próximo aos testículos, conectado à web via Wi-Fi, pode resultar em uma queda na fertilidade masculina.

Os pesquisadores, no entanto, ressaltam: é preciso mais testes “in vitro”, como esse, e “in vivo”, em pessoas, para provar esta hipótese.

Fonte: Info On-line

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Imagens Legais – Diferença entre População e Comunidade

Segundo a Biologia uma população é um conjunto de indivíduos de uma mesma espécie, vivendo em um mesmo local, numa mesma unidade de tempo.

gatos População

Exemplo de População

E uma comunidade é um conjunto de populações vivendo em um mesmo local.

Animais fofos Exemplo de Comunidade

Exemplo de Comunidade

Assim fica fácil de aprender!

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Fique Ligado – faça o download das provas e gabarito do ENEM que vazou!

enem-2009O MEC Disponibilizou as provas qua vazaram na internet, e como não perdemos tempo, colocamos aqui para você fazer o download das provas do ENEM 2009

Prova do Primeiro dia de ENEMLink alternativo

Prova do Segundo dia de ENEMLink alternativo

Download do Gabarito- Link alternativo

Fazendo o download da prova 2009 você fica mais preparado para a prova que será feita daqui a mais ou menos 45 dias!

Faça o Download das provas do ENEM 2009, que vazaram, mais o gabarito!

By: Áulus Silva

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Biologia – Alimentação Animal ou Vegetal?

Alimentação

Quando optamos por nos alimentarmos com carne bovina, ingerimos 1% dos nutrientes de origem vegetal, ou seja, somente 10% dos 10% ou 0,01 da alimentação do animal são repassados para nosso organismo.

Um animal, em sua alimentação, consome ração feita de cereais, soja e plantas que poderiam ser diretamente consumidas pelo homem trazendo-lhe maior quantidade de matéria, energia e nutrientes fixados pela planta.

Em resultados de pesquisas, foi comprovado que para obtermos 1 kg de carne para consumo é necessário que o animal consuma 7 kg de cereais e soja, então concluímos que 7 kg de cereais e vegetais resultam em 1 kg de carne.

Segundo o ecologista Eugene Odum, 20 milhões de pés de alfafa utilizados para sustentar 4,5 bezerros durante um mês alimentariam por um ano uma criança de 12 anos de idade.

Há quem argumente que a proteína existente na carne bovina possui aminoácidos necessários à nossa saúde, mas os mesmos podem ser ingeridos através de combinações com vegetais como é o caso do arroz e feijão.

Inspirado em: Gabriela Cabral

A favor das fontes vegetais de proteína está o fato de que elas também fornecem outros nutrientes importantes como carboidratos e fitoquímicos que previnem algumas doenças. Além disso, vegetais são ricos em fibras alimentares.

^^

By: Áulus Silva

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Biologia – Transgênicos

Desde o final da década de 70, pesquisadores do mundo inteiro aprenderam a transferir genes de um organismo para outro, seja ele animal ou vegetal, alterando suas características naturais. Com isso, tornaram possível criar porcos com menos gordura na carne, plantar feijão com mais proteína nos grãos ou soja resistente a veneno para plantas. O lançamento da soja modificada geneticamente no mercado aquece a polêmica sobre a tecnologia biológica em 1999. Essa planta tem em suas células um gene que não faz parte do organismo de nenhum vegetal. Retirado de uma bactéria, a agrobacterium, ele controla a fabricação de uma proteína, conhecida pela sigla E.P.S.P.S., que bloqueia a ação dos veneno para plantas. Isso permite eliminar o mato sem risco de prejudicar a planta cultivada.

Além da aplicação da tecnologia biológica pela indústria alimentícia, plantas e animais vêm sendo alterados para outras finalidades, como a produção de tecidos. Uma das mais recentes novidades desse campo, lançada em 1999 nos U.S.A, é um algodão que nasce colorido – verde, vermelho ou amarelo –, conforme o interesse do produtor. Outra linha de pesquisa avançada é a da modificação de organismos para a produção de medicamentos. Na Escócia, o Instituto Roslin – o mesmo que fez a clonagem da ovelha Dolly – cria carneiros em cujo leite é gerada uma droga que estimula a coagulação do sangue. Chamada de Fator IX, ela deverá ser empregada no combate à hemofilia.

Os Produtos modificados Geneticamente têm muitas vantagens, mas podem causar complicações a algumas pessoas, que possam ter reações alérgicas, também é possível causarem queda significativa da produção ou criação das espécies naturais, podendo causar sua extinção.

O que nós podemos fazer, é pesquisar mais sobre o alimentos transgênicos, para não ficar para trás, pois ainda não se sabe dos efeitos sobre a saúde humana, e para o meio ambiente!

Mais Imagens Para o Seu Trabalho:

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By: Áulus Silva

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Biologia – Molécula do milho pode evitar transmissão do VIH

Para Inaugurar essa Nova Categoria que será didicada ao estudo da vida lançamos essa matéria que foi feita por: Rafaela Silva do http://www.anossaescola.com

Recorrendo à engenharia genética, um consórcio internacional de grupos de investigadores conseguiu gerar grandes quantidades da molécula 2G12 – «um dos anticorpos mais promissores» do VIH – em sementes de milho.

Milho

A molécula actua como anticorpo do vírus da sida (VIH – vírus da imunodeficiência humana) e pode constituir um tratamento tópico de prevenção «eficaz e de baixo custo», principalmente em África, onde as estimativas apontam para 22,5 milhões de infectados.

O mesmo anticorpo do VIH também pode ser obtido em sementes de outras plantas, referem os investigadores.

O estudo, publicado na revista norte-americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”, destaca as «valiosas propriedades farmacêuticas» daquela molécula microbicida, que pode evitar a transmissão do vírus da sida através da aplicação tópica vaginal.

O coordenador do consórcio, Paul Christou, do Departamento de Produção Vegetal e Ciência Florestal da Universidade de Lleida (Espanha), afirma que este método permite produzir um fármaco «muito mais barato» do que os que são fabricados a partir de culturas de células de mamíferos.

Este trabalho, de carácter filantrópico, foi financiado pela União Europeia com 12 milhões de euros e contou com a participação de 39 grupos europeus de investigação. Entre os seus autores contam-se cientistas de Espanha, Alemanha, Áustria, Grécia e Reino Unido.

By: Áulus Silva

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