Posts Marcados Com: Aquecimento Global

Boas Notícias – França quer pagar idas de bicicleta para o emprego

O governo francês quer pôr o país a pedalar e para o fazer, vai beneficiar as empresas que paguem aos seus funcionários as idas de bicicleta para o trabalho. As companhias que aderirem pagarão menos impostos.
O anúncio foi feito pelo ministro dos transportes daquele país, Thierry Mariani, que explicou que a ideia se inspira num modelo belga atualmente em vigor que consiste em dar 21 cêntimos por quilómetro aos trabalhadores que utilizem este veículo para se deslocarem até ao emprego.
“A ideia que tivemos é oferecer isenção de acordo com a quilometragem percorrida em bicicleta pelos funcionários de uma empresa, num sistema similar ao que já existe na Bélgica”, afirmou Mariani, citado pela imprensa local, acrescentando que “a participação seria facultativa”.
A proposta foi apresentada em Paris e, segundo dados avançados por Phillipe Goujon, deputado francês, ao jornal Le Fígaro, o projeto deverá custar ao governo 20 milhões de euros.

De acordo com Thierry Mariani, França vai ainda estudar outras medidas neste âmbito, entre elas a permissão, para os ciclistas, de avançarem nos sinais vermelhos quando virarem à direita, a marcação de bicicletas com códigos para prevenir roubos e, também, a construção de mais ciclovias

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Responsabilidade Ambiental – Entenda o código florestal

Para quem não sabe, o código florestal brasileiro está passando por modificações. Para que você entenda melhor sobre o que são essas alterações e em que ela altera na sua vida posto esse vídeo muito bom e fácil de entender:

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Tecnologia Sustentável – Nissan Leaf

Veja esse comercial como é interessante:

Imagine se todos os aparelhos elétricos funcionassem com motores à combustão. Essa é a proposta do comercial americano do Nissan Leaf (e notem como ele faz questão de lembrar que o Chevrolet Volt é “apenas” um híbrido). Mas esse não é o único assunto novo referente ao elétrico nipônico: Em São Paulo, o prefeito informou que planeja deixar elétrica parte da frota oficial da cidade até 2012.

Durante a Cúpula C40, evento que reúne prefeitos de grandes metrópoles para debater sobre as mudanças climáticas, que acontece até hoje em São Paulo, o prefeito Gilberto Kassab afirmou que até o fim do seu mandato (2012) quer que carros elétricos sejam integrados à frota da CET. Ainda há possibilidade de usar veículos elétricos também para secretarias municipais. A primeira a entrar nessa onda é a dos Transportes, que já está fazendo licitação para adquirir cerca de 50 carros elétricos.

Kassab já assinou um protocolo de intenções com a AES Eletropaulo e a Nissan. Um documento está sendo feito para avaliar onde serão feitos os primeiros postos de abastecimento dos carros elétricos.

O carro do ano já está rodando por ruas paulistanas, pois é o carro oficial do C40. Nos EUA, ele custa US$ 25.280,00 (esse valor já conta com o incentivo do governo Obama). Aqui, caso ele chegue por até R$60 mil, não seria tão ruim.

Fonte: Eco4planet

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Tecnologia Verde – Tênis Semente – Pode ser plantado para dar origem a árvore

A marca de calçados holandesa OAT apresentou na Amsterdam Fashion Week, que aconteceu entre 26 e 30 de janeiro, um modelo de tênis sustentável, que pode ser plantado para semear uma árvore. Feito com material biodegradável, os calçados da coleção Virgin possuem sementes embutidas em seu interior. A ideia é que as pessoas plantem o tênis usado, em vez de descartá-lo. O tecido que o reveste quebra-se com facilidade para dar origem às raízes da planta.
conceito foi bem recebido na semana de moda da capital holandesa e ganhou o segundo lugar na competição de moda verde. A OAT, fundada pelo designer Christiaan Maats, diz ter como objetivo fazer com que as pessoas se conectem ao ambiente de forma criativa.

Fonte: http://www.oatshoes.com/

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Responsabilidade Ambiental – Itália vai acabar com sacolas plásticas a partir de janeiro

Desde o dia 1º de janeiro de 2011 está proibida a distribuição de sacolas plásticas em toda a Itália. A decisão irá evitar que 20 bilhões de sacos de polietileno circulem todos os anos no país – um dos que mais consome o material na Europa. Para alguns vendedores, a mudança trará o caos para as lojas, que deverão substituir a embalagem tradicional por versões de outros materiais, como plástico biodegradável, tecido ou papel. Para outros, a mudança será positiva. Tanto que muitos estabelecimentos já se prepararavam para o dia 1º de janeiro. Os consumidores também demonstraram apoio à medida. Um estudo realizado no último mês revelou que 73% dos italianos aceitariam utilizar alternativas aos sacos de plástico caso a lei entrasse em vigor. De acordo com o grupo ambientalista italiano Legambiente, apesar de representar apenas 7% da população europeia, os italianos consomem um quinto de todas as sacolas plásticas do continente – mais de 330 por habitante. Para eles, a mudança será benéfica, já que o material de polietileno utiliza muito petróleo para ser fabricado, leva muito tempo para se decompor, além de entupir os sistemas de esgoto e ameaçar a vida de animais selvagens. Outras iniciativas Antes que a medida se tornasse lei nacional, 200 municípios italianos já haviam proibido a distribuição de sacos plásticos, como as cidades de Turin e Veneza. Muitas cadeias de supermercado já utilizam sacolas biodegradáveis em suas lojas, destacou o Legambiente. Outros países europeus também adotaram medida para reduzir o consumo das sacolas. A Irlanda, por exemplo, impôs uma taxa de € 0,15 centavos por sacola, cortando o uso em 90% em uma semana. Para o chefe científico do Legambiente, Stefano Ciafani, a mudança para sacolas biodegradáveis é “uma revolução que já está acontecendo”. [Reuters Life/EcoD]

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Vídeos Legais – Consciente Coletivo

Se o ritmo de produção e consumo de hoje continuar em frente, daqui a alguns anos vai faltar planeta Terra para suprir nossa demanda. Pensando nisso, o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente fechou uma parceria com o Canal Futura e a HP para produzir a série Consciente Coletivo.

Em pequenos e simpáticos vídeos de animação, o pacote de cinco episódios fala de tudo um pouco: mudanças climáticas, consumo de água e energia, estilo de vida e outros assuntos ambientais que estão sob o nosso nariz, mas que muitas vezes não damos bola.

Ótima ferramenta de educação, não só para crianças, mas principalmente para os adultos, que muitas vezes levam um banho da garotada em termos de consciência ambiental.

Fonte: GreenpeaceBR

Veja essa postagem no xDStudio’s Blog

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Fique Ligado! – Ajude o Planeta também pelo Twitter!

É isso mesmo, você pode ajudar o planeta terra pelo Twitter. O IPÊ, Grupo Martins e o Instituto Akatu dão uma ajuda para quem quer se movimentar em favor do planeta. O Movimento pelo Planeta convida o internauta a partir para a ação.

No site do Movimento pelo Planeta você encontra três formas de participar o “Discurso pelo Planeta”, o “Pedale pelo Planeta” e ainda o “Plante pelo Planeta”.

Discurso pelo Planeta

Nessa opção você gravar seu discurso em um minuto chamando as pessoas para cuidar do planeta.

Pedale pelo Planeta

Uma boa atitude pelo planeta é deixar o carro de lado e sair por ai de bicicleta. Pedalar faz bem para sua saúde, alivia o trânsito, e ainda evita que uma série de poluentes cheguem a atmosfera. A campanha oferece prêmios para aqueles que postarem suas fotos no site com suas bicicletas!

Plante pelo Planeta

Na campanha o site pretende doar 10.000 mudas para replantio, porem só 3.000 delas estão garantidas, para que as outras 7.000 sejam plantadas você tem que segui o twitter da campanha @mov_peloplaneta. A cada seguidor uma nova muda será plantada, e ainda você concorre a prêmios!

Para aproveitar o pique siga também o twitter do BlogMais: @BlogMais e o meu: @aulussilva, tenha certeza que você ficara por dentro dos assuntos de sustentabilidade e de tudo de bom que rola aqui no Blog!

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Tecnologia sustentável – Carregador de celular para bicicletas

Usar a bicicleta acabou de ficar ainda mais ecologicamente correto. Além de não poluir o ar e piorar o trânsito, agora você economiza a energia elétrica de carregar o celular apenas pedalando. Se o seu celular for um Nokia, pelo menos.

O kit de carregador para bicicleta inclui um carregador mais um apoio que fica no centro do guidão. Pedalar a 6 km/h é o suficiente para começar a carregar o celular, mas se você aumentar a velocidade para 12 km/h o carregador funciona rápido como um comum, ligado na tomada. O acessório, que funciona com qualquer celular da Nokia com a entrada de 2 mm, foi lançado hoje no Quênia, mas não há informações sobre preço e disponibilidade em países como EUA ou Brasil.

Via Nokia

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Responsabilidade Ambiental – Danoninho para plantar!

Danoninho para Plantar é a grande novidade da Danone nesse ano. Desde março, a marca traz uma edição limitada do tradicional petit suisse sabor Morango, que além de todo o conteúdo nutricional, tem como o objetivo incentivar a experiência e a educação ecológica das crianças e ainda ajudar no reflorestamento da Mata Atlântica. Cada bandeja do novo Danoninho para Plantar traz anexo um sachê com sementes e instruções para plantar no próprio potinho de Danoninho após o consumo do produto. São oito tipos diferentes de sementes entre flores e hortaliças que fazem parte da promoção. Cada embalagem também vem com um código exclusivo que permite criar uma árvore virtual na “Floresta do Dino” e contribuir com o reflorestamento da Mata Atlântica, por meio de uma parceria da Danone com o IPÊ – Instituto de Pesquisas Ecológicas. O lançamento de Danoninho está disponível nos supermercados de todo o Brasil, em bandeja de 480 gramas com oito potes. Danoninho para Plantar terá também uma ampla campanha publicitária nacional e ações especiais em diversos pontos de venda em todo o País.

A finalidade de Danoninho para Plantar é reforçar a experiência, o aprendizado e a interação com a natureza, que podem ser despertados pelo simples hábito lúdico de cultivar uma semente no potinho. “Plantar uma semente e vê-la germinar é uma experiência divertida e educativa que os pais podem fazer junto com seus filhos. Cultivar uma planta e acompanhar o desenvolvimento é uma das melhores maneiras de estimular a consciência ecológica das crianças. E Danoninho se orgulha de fazer parte das experiências e aprendizados da infância”, comenta Carolina Freire, Gerente de Produto da Danone.

Além das sementes, Danoninho para Plantar traz um código exclusivo que permite plantar uma árvore virtual na “Floresta do Dino”, um espaço interativo no portal de Danoninho (http://www.danoninho.com.br/). Será possível escolher o tipo de árvore entre espécies da Mata Atlântica para plantar e cultivar, regando-a diariamente para que cresça. “Acompanhando o crescimento da árvore no site, a criança terá contato com diversas informações sobre ecologia e meio ambiente”, explica Carolina.


Além de disseminar os conceitos de educação ambiental, Danoninho para Plantar é também uma atitude ecológica, pois oferece às pessoas a oportunidade de colaborar efetivamente para o reflorestamento da Mata Atlântica, já que, a cada árvore cultivada na Floresta do Dino, o consumidor irá contribuir para o reflorestamento de 1 m2 de floresta por meio de uma parceria entre Danone e o Instituto de Pesquisas* Ecológicas – IPÊ.

Inspirado em: Pra Melhor

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Responsabilidade Ambiental – Brasil deve usar menos sacolas plásticas esse ano!

A campanha de incentivo ao uso de sacolas reutilizáveis em supermercados deve fechar este ano com a economia de 1,5 bilhão de sacolinhas plásticas. A estimativa foi divulgada no domingo, 28 de março, pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele participou de um evento na praia de Ipanema, no Rio, quando foram distribuídos materiais de divulgação da campanha Saco é um Saco.

“No ano passado, foram menos 600 milhões de sacos plásticos lançados no meio ambiente. Nossa meta este ano é 1,5 bilhão”, estimou Minc, dizendo que o total de sacolas plásticas fabricadas no país por ano é de 18 bilhões de unidades.

O ministro defendeu a utilização de sacolas retornáveis e condenou o uso abusivo das sacolinhas plásticas, que acabam indo parar no lixo, ajudando a aumentar os níveis de poluição nos rios, córregos e nos mares. Minc contou que existem inúmeros registros de animais mortos por ingestão (peixes, tartarugas e golfinhos) ou por se enrolarem em restos de sacolas plásticas.

Para reduzir o total de sacolas plásticas, Minc afirmou que é fundamental o engajamento das grandes redes de supermercados. Presente ao evento, o diretor de Relações Institucionais do Walmart, Carlos Ely, disse que há um ano a empresa incentiva a troca das sacolas plásticas pelas de pano. Se o cliente trouxer a sacola de casa, ganha um desconto no preço final das compras, proporcional à quantidade de itens e equivalente ao valor das sacolas plásticas economizadas.

“Desde o início da campanha, nós já concedemos R$ 469 mil em descontos aos clientes. Nossa meta é reduzir em 50% o uso das sacolas descartáveis até 2013”, destacou o diretor do Walmart, que possui 451 lojas espalhadas pelo país.

Faça sua parte! recuse sacolinhas de plástico, leve suas compras em uma bolsa!

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Responsabilidade Ambiental – Metade das emissões de gases-estufa do Brasil vem da pecuária

CO2 emitido por kg custa mais que a própria carne, comenta pesquisador

A pecuária emite metade dos gases causadores do efeito estufa liberados pelo Brasil a cada ano.
Além disso, implantação de novas pastagens abocanha três quartos da área desmatada na Amazônia e 56,5% no Cerrado.

Resultado de cinco meses de trabalho, os números, inéditos, são de estudo coordenado por Mercedes Bustamante, da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira.

Os principais dados da pesquisa, cuja íntegra ainda será publicada em revista científica internacional, foram divulgados nesta quinta-feira (10) e serão apresentados em duas reuniões sábado (12) na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, a COP 15 . Os autores (ao todo, dez especialistas) ressaltam que suas conclusões “não representam necessariamente” a posição das instituições em que atuam.

O levantamento verificou que em 2005 a emissão de gases-estufa (GEE) da pecuária representou 48% do total brasileiro. A atividade emitiu 1,055 bilhão de toneladas de GEE sobre 2,203 bilhões do total nacional, número do tão esperado inventário brasileiro de emissões, divulgado só recentemente pelo Ministério da Ciência e Tecnologia.

Ocorre que no inventário oficial as emissões são divididas por grandes grupos, como energia, processos industriais, mudança no uso da terra e florestas etc. “A diferença desse estudo em relação às abordagens estatísticas tradicionais é que elas dividem as emissões por categorias, e nossa abordagem é pela cadeia de um produto específico”, explicou Smeraldi ao G1. “Então ela é transversal, porque envolve uso da terra e fermentação entérica (basicamente, arroto de boi e vaca), por exemplo, processos que estão separados no inventário.”

Um quilo de carne industrializada significa 300 quilos de gás-estufa emitido, e esses 300 kg custam R$ 10 no mercado de carbono”. Assim, é a primeira vez que a chamada “pegada de carbono” de um produto específico, no caso a carne bovina, é calculado. Pegada de carbono é a quantidade de gás-estufa liberada direta ou indiretamente por uma certa atividade. “O interessante desses dados é que eles podem começar a traduzir toda a situação para o consumidor, a dona de casa, o investidor”, comentou Smeraldi, que viaja hoje para Copenhague.

“Essa é a diferença de ter números sobre categorias e números sobre produtos: 1 quilo de carne industrializada significa 300 quilos de gás-estufa emitido, e esses 300 kg custam R$ 10 no mercado de carbono. É mais do que o custo da própria carne por quilo no atacado (o kg do dianteiro custa R$ 3,60; do traseiro, R$ 5,90)”, disse o especialista.

“Como investidor eu posso raciocinar que, se a carne tivesse que pagar o CO2 que emite, ficaria inviável. Por outro lado, se seguir boas práticas, posso reduzir uma barbaridade essa emissão e vender o CO2 poupado no mercado de emissões por um preço superior ao da carne. Frigorífico pode fazer mais dinheiro vendendo redução de carbono do que vendendo a própria carne.”

Fonte | Veja também no Terra e no G1

www.vista-se.com.br

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Responsabilidade Ambiental – Negociações na COP-15 terminam sem acordo oficial

Uma vergonha. Líderes de 193 países não foram capazes de definir um novo acordo climático global, nem metas eficazes de redução da emissão de gases de efeito estufa em todo o mundo. Mesmo sendo o centro das atenções globais durante duas semanas (7 a 18 de dezembro), na cidade de Copenhague, Dinamarca, em meio a holofotes, manifestações e reivindicações agressivas, os chefes de Estado não abriram mão do jogo político e estratégias comerciais em prol de um bem maior para toda a humanidade.

As negociações da 15ª Conferência da Mudança do Clima da ONU (COP-15) terminaram na sexta-feira (18) sem acordo oficial entre países ricos e emergentes. Um novo encontro deve ocorrer no próximo semestre.

A última reunião da conferência foi realizada entre Brasil, China, Estados Unidos, África do Sul e Índia que decidiram apresentar uma declaração de metas que ainda será aprovado na plenária da COP-15. O resultado desta reunião foi criticado por países em desenvolvimento, mas saudada por líderes europeus como o primeiro passo para novas negociações.

Brasil, África do Sul, Índia, China e Estados Unidos decidiram limitar o aumento da temperatura global a 2ºC, sem prever metas para países desenvolvidos. Também ficou definido um fundo bilionário para ajudar países pobres com as mudanças climáticas.

“O que nós fizemos, foi procurar resgatar alguma coisa daqui, desbloquear essa questão do MRV (“mensurável, reportável e verificável”, no jargão), que estava bloqueando qualquer entendimento”, afirmou o embaixador extraordinário para mudança climática do Itamaraty, Sérgio Serra, acrescentando que Lula teve papel protagonista nas negociações.

Em discurso em plenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse estar “frustrado” com o resultado e prometeu ajuda financeira para os países no combate à mudança climática. O tom de crítica dominou a fala de Lula. “Confesso que estou um pouco frustrado porque discutimos a questão do clima e cada vez mais constatamos que o problema é mais grave do que nós possamos imaginar”.

O presidente brasileiro afirmou que vai cumprir, de qualquer forma, com as metas voluntárias de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% e emissões de gases do efeito estufa de 36,1% a 38,9%, até 2020.
Foram os EUA que propuseram o fundo bilionário, mas condicionaram a contribuição a uma “transparência” dos países envolvidos e uma possível vigilância. Sobre isso, o presidente Lula disse que o fundo não podia ser usado como “desculpa” para intromissão nos países ajudados. A China também rechaçou um possível controle.

Nesta sexta, antes da última reunião sobre as metas, o premiê chinês faltou aos dois encontros improvisados pelos EUA e enviou um emissário –a atitude enfureceu líderes europeus e Barack Obama.

Uma nova reunião, em seis meses, deve ser realizada em Bonn, na Alemanha, para preparar a próxima conferência sobre o clima, no México, no fim de 2010. O anúncio foi feito pela chanceler alemã, Angela Merkel. As informações são da agência de notícias portuguesa Lusa.

De acordo com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, todos os países industrializados “aceitaram informar por escrito” seus compromissos para a redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa até 2020.

Segundo Sarkozy, a ausência de objetivos de redução das emissões mundiais em 50% até 2050, necessária para limitar o aumento da temperatura do planeta em 2 graus Celsius, é uma “decepção”.

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*Via EcoDesenvolvimento.

É triste quando vemos que os governantes não têm compromisso com o futuro do planeta, mas fico feliz de ver que o presidente LULA, teve um papel muito importante nesse acordo!

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Tecnologia Sustentável – Tirando energia do mar

A americana Pacific Gas & Electric, uma gigante de energia Californiana, assinou uma parceiria com a Finavera Renewables para a construção de uma usina de 2MW de potência (suficiente para iluminar 1600 lares) nos mares do estado.
A usina ajudará a reduzir emissões de CO2 em 245 toneladas anuais e, se der certo, deverá ser expandida para 100MW. E isso é apenas o começo. Roger Bedard, chefe do programa de energia oceânica dos EUA, estima que o país possa tirar cerca de 13GW das suas ondas e marés. Isso significaria aproximadamente 4.3 milhões de residências supridas.
O mecanismo da Finavera consiste em uma bóia conectada a um longo pistão submerso. Quando a bóia sobe ou desce com as ondas, ela empurra o pistão que força a água a passar por uma turbina, gerando energia.
O Brasil tem mais é que ficar de olho nisso. Se der certo, com o tamanho da costa que temos, podemos tirar uma boa parte das nossas demandas futuras de eletricidade dos nossos mares. É bom lembrar que, ao contrário dos ventos e do sol, as ondas e marés são relativamente previsíveis, o que as faz mais confiáveis.

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Noticias – Fracasso no COP-15 custaria US$ 500 bilhões por ano

Nobuo Tanaka

Nobuo Tanaka

Um fracasso da Conferência sobre o Clima de Copenhague, que começou na segunda-feira, custaria 500 bilhões de dólares anuais à economia mundial, afirmou nesta terça-feira o diretor-geral da Agência Internacional de Energia (AIE), Nobuo Tanaka, destacando o papel das cidades para reduzir as emissões de CO2.

“Se não forem tomadas medidas imediatas para reduzir as emissões de CO2, serão necessários 500 bilhões de dólares em investimentos extras para recuperar o atraso” e impedir que a temperatura do planeta aumente em mais de dois graus centígrados, declarou Tanaka.

Segundo Tanaka, a AIE não espera que um tratado internacional obrigatório saia de Copenhague. “É impossível”, afirmou.

Por outro lado, a cúpula pode terminar com o anúncio de “um compromisso muito forte” por parte da comunidade internacional a favor da redução das emissões de CO2 (dióxido de carbono), indicou.

“É o que esperamos. Devemos enviar uma mensagem muito forte aos investidores sobre o meio ambiente que Copenhague está criando. Sem uma mensagem clara, será muito difícil que o setor privado se comprometa com investimentos”, estimou o diretor-geral da AIE, que representa os interesses dos países consumidores.

Nesta terça-feira, a AIE divulgou um relatório apontando que as cidades responsáveis por 70% das emissões de CO2 no mundo devem liderar o combate ao aquecimento global.

“As autoridades locais têm um importante potencial para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa e incentivar a adoção de energias renováveis”, defendeu Tanaka.

Segundo a AIE, as cidades têm uma margem de manobra significativa, já que produzem a maior parte do CO2 emitido no mundo.

Em 2030, as emissões urbanas representarão 76% do total mundial, contra 71% em 2006, alertou a AIE.

De acordo com o organismo, a população local é mais aberta a aceitar o esforço das prefeituras e instâncias municipais para diminuir as emissões de dióxido de carbono, pois sentem o impacto da poluição e suas consequências.

“As cidades que avançaram de forma dinâmica para promover as energias renováveis obtiveram resultados estimulantes”, ressaltou Tanaka.

Entre as 12 cidades cujos governos locais foram mais longe que os nacionais na luta cotra as mudanças climáticas, a AIE citou a ilha de El Hierro, nas Ilhas Canárias, como exemplo.

Os 10.000 habitantes da ilha dependem exclusivamente da energia renovável – no caso, eólica – para o consumo de eletricidade.

Bombas alimentadas por energia eólica levam depósitos de água que fornecem eletricidade hidráulica em períodos de consumo elevado.

Fonte: Yahoo

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Fique ligado – O que é A COP-15?

A COP-15 em Copenhague

De 7 a 18 de dezembro, a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que abrange 192 países, vai se reunir em Copenhague, na Dinamarca, para a 15ª Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-15. O objetivo é traçar um acordo global para definir o que será feito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa após 2012, quando termina o primeiro período de compromisso do Protocolo de Quioto.

O Protocolo de Quioto

Assinado em 1997 e ratificado em 2005, o Protocolo de Quioto estabelece metas de redução de emissões de gases de efeito estufa para os países desenvolvidos, que historicamente contribuíram mais para a concentração desses gases na atmosfera. O acordo determina a redução em 5% das emissões, em relação aos níveis de 1990. O primeiro período de compromisso do protocolo termina em 2012. A reunião de Copenhague terá que definir os próximos passos do acordo climático global.

O que está em jogo

O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), formado por 2,5 mil cientistas, afirma que a Terra já aqueceu cerca de 0,7 graus Celsius (ºC) desde a Revolução Industrial. O IPCC projetou cenários futuros que preveem o aquecimento do planeta em pelo menos 1,8°C até o fim deste século, dependendo das medidas tomadas pelos países para reduzir as emissões.

O Protocolo de Quioto prevê metas obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa para a União Europeia e mais 37 países industrializados. Os países em desenvolvimento, caso do Brasil, da China e Índia, não têm reduções obrigatórias. Metas obrigatórias para esses países não deverão entrar no texto que sairá da COP-15, mas essas nações serão cobradas a ter compromissos mensuráveis, reportáveis e verificáveis de redução de emissões em nível nacional.

Principais pontos da negociação

Além das novas metas e compromissos de redução de emissões de gases de efeito estufa para o período pós-Quioto, na COP-15 os países terão que negociar como será feita a transferência de tecnologia de países industrializados para que os países em desenvolvimento possam realizar ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. O financiamento dessas ações também não está definido. O Banco Mundial estima que sejam necessários pelo menos US$ 400 bilhões por ano para que os países em desenvolvimento enfrentem as mudanças do clima.

A preservação de florestas para evitar emissões de gases de efeito estufa deve ser incluída no acordo, no mecanismo de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação, o Redd. É preciso definir como os países que mantêm a floresta em pé serão recompensados: por meio de um fundo com contribuições internacionais voluntárias, com a geração de créditos de carbono negociáveis no mercado ou com um mecanismo híbrido entre fundos e mercado.

Fonte: Info

Você pode ajudar a pressionar o Líderes mundiais a fazerem valer os acordos de mudança climática assinando o abaixo assinado da ONG Tic Tac Tic Tac.

Clique Aqui

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